What are the few decisive professional characteristics of the pathway: occupation, qualifications, experience, salary, skill level, shortage status, labour-market condition or equivalent?
Work is performed as a seafarer aboard the leased foreign fishing vessel without a Brazilian employment relationship, and each immigrant crew member is declared by the lessee company by name, nationality and function, with the company undertaking responsibility for repatriation. The employment instruments signed abroad, whether collective agreements or conventions or collective or individual employment contracts, must guarantee the immigrant worker conditions of work compatible with Brazilian legislation.
See recorded sources
Limits of the record- The resolution states no occupation list, qualification, experience, salary level or labour-market test for the immigrant crew member; the professional conditions it imposes concern the declared function and the equivalence of working conditions with Brazilian law.
- chars 899-2953
Art. 1º O Ministério do Trabalho poderá conceder autorização de residência para fins de
trabalho, nos termos do art. 38, § 2º, inciso VII, e do art. 147, § 2º, inciso VII, do Decreto
nº 9.199, de 2017, a imigrante, sem vínculo empregatício no Brasil, para trabalhar a bordo
de embarcação estrangeira de pesca que venha operar ou em operação em águas
jurisdicionais brasileiras, em virtude de contrato de arrendamento celebrado com pessoa
jurídica sediada no Brasil, na condição de arrendatária, com prazo de estada superior a 90
(noventa) dias.
Art. 2º A autorização de residência prévia para fins de concessão do visto temporário será
analisada pelo Ministério do Trabalho, mediante a apresentação dos seguintes documentos:
I – cópia do contrato de arrendamento, constando o prazo de vigência e as
características da embarcação arrendada;
II – declaração da empresa arrendatária contendo a relação dos tripulantes
imigrantes da embarcação arrendada, citando nome, nacionalidade e função,
comprometendo-se pelo repatriamento;
III – convenção ou acordo coletivo de trabalho entre a empresa arrendatária ou
entidade sindical da categoria econômica respectiva e a organização sindical
brasileira representativa dos tripulantes;
IV – acordos ou convenções coletivas ou contratos coletivos ou individuais de
trabalho celebrados no exterior, que garantam ao trabalhador imigrante condições
de trabalho compatíveis com a legislação brasileira;
V – programa de transferência de tecnologia e qualificação profissional aos
brasileiros contratados; e
VI – outros documentos previstos na Resolução Normativa nº 01/2017 do Conselho
Nacional de Imigração.
§ 1º No pedido de autorização de residência prévia, a empresa arrendatária deverá
comunicar ao Ministério do Trabalho os nomes e a qualificação profissional dos brasileiros
que irão compor a tripulação da embarcação.
§ 2º O prazo da residência prevista no caput será de até 02 (dois) anos.